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Escritora mineira, autora de Um Defeito de Cor, romance histórico que recria a vida de uma mulher negra escravizada e virou marco da literatura brasileira contemporânea.
AutorSacerdote dominicano peruano, é considerado o pai da Teologia da Libertação. Formulou a opção preferencial pelos pobres e definiu a teologia como reflexão crítica da práxis à luz da fé.
AutorReligiosa, filósofa e teóloga brasileira, é a principal voz da teologia feminista e ecofeminista na América Latina. Mostrou os limites de uma libertação que esquece os corpos e as mulheres.
AutorPatrono da educação brasileira; formulou uma pedagogia da libertação centrada no diálogo e na consciência crítica.
AutorPrincipal referência brasileira da Educação Ambiental Crítica, articulando teoria social crítica e questão ecológica.
AutorSociólogo franco-brasileiro, um dos principais teóricos do ecossocialismo contemporâneo.
AutorPesquisador da Educação Ambiental Crítica, conhecido pela crítica ao pragmatismo ambiental e pelo mapeamento das macrotendências do campo.
AutorAmbientalista mexicano, criador do conceito de 'saber ambiental' e da racionalidade ambiental.
AutorLíder indígena, filósofo e escritor; uma das vozes mais potentes do pensamento ecológico brasileiro.
AutorSociólogo estadunidense que recuperou a ecologia no pensamento de Marx via o conceito de ruptura metabólica.
AutorFilósofo japonês cujo trabalho sobre o Marx ecológico e o decrescimento alcançou repercussão global.
AutorTeólogo e filósofo, articulou a ecologia com a justiça social no 'grito da Terra, grito dos pobres'.
AutorFilósofa e ativista feminista marxista. Em Calibã e a Bruxa, demonstrou que a caça às bruxas europeia foi um componente estrutural do capitalismo. Referência central do ecofeminismo materialista e da teoria da reprodução social.
AutorFilósofo, economista e revolucionário alemão. Sua crítica da economia política, sistematizada em O Capital, tornou-se a base teórica de toda análise anticapitalista moderna: incluindo a leitura ecológica do capitalismo retomada hoje por Foster, Saito e o ecossocialismo.
AutorFilósofo e teórico social alemão, parceiro intelectual de Marx por quatro décadas. Autor de 'A Situação da Classe Trabalhadora na Inglaterra' e da 'Dialética da Natureza', foi quem primeiro levou a dialética às ciências naturais: antecipando o diálogo entre marxismo e ecologia.
AutorPensador e dirigente comunista italiano. Preso pelo fascismo, escreveu nos 'Cadernos do Cárcere' a teoria da hegemonia e do intelectual orgânico, e renomeou o marxismo como filosofia da práxis. Referência central da pedagogia crítica.
AutorPedagogo e filósofo da educação. Fundador da Pedagogia Histórico-Crítica (PHC), teoria construída sobre o materialismo histórico dialético, a Escola Unitária de Gramsci e a psicologia de Vygotsky. Defendeu que a escola deve transmitir o conhecimento acumulado pela humanidade como condição de emancipação da classe trabalhadora.
AutorPsicólogo soviético que fundou a teoria histórico-cultural do desenvolvimento. Mostrou que as funções cognitivas superiores não são naturais nem individuais: emergem da relação do sujeito com outros na mediação pela linguagem e pela cultura. Seu conceito de zona de desenvolvimento proximal tornou-se central na pedagogia crítica.
AutorPsiquiatra e filósofo martinicano, um dos maiores pensadores do anticolonialismo. Em 'Pele Negra, Máscaras Brancas' e 'Os Condenados da Terra', analisou os efeitos psíquicos e políticos do colonialismo e do racismo. Influência direta sobre Paulo Freire.
AutorEscritora, educadora e crítica cultural negra. Em Ensinando a Transgredir, formulou a pedagogia engajada, em diálogo direto com Paulo Freire. Pensou raça, gênero e classe como um só sistema de dominação, antecipando a interseccionalidade.
AutorIntelectual e ativista, pioneira do feminismo negro no Brasil. Criou as noções de amefricanidade e de pretuguês, e propôs um feminismo afro-latino-americano. Cofundadora do Movimento Negro Unificado.
AutorEscritora e pesquisadora, uma das maiores vozes da literatura afro-brasileira. Criou o conceito de escrevivência: uma escrita que nasce da memória e da vida do povo negro e recusa a neutralidade.